Invariavelmente, este tema de contribuir com soluções para o "excesso" de combustíveis finos - em quase 40% de incultos do norte do país, algo que pesa em todos os que vivem, trabalham, gerem, circulam e visitam - regressa aos meus pensamentos sobre o futuro das nossas montanhas. Especialmente no inverno. Regresso à internet, quase por automatismo, à procura do " grazer " certo. Ando por ali e percorro os sites de pecuária do costume obre raças autóctones e imagens de bovinos ( Bos taurus ) em liberdade e tento reconhecer naquele porte o herbívoro capaz de dialogar com a montanha. Apesar de liderarem a produção mundial de proteína entre os mamíferos domésticos e de estarem no centro do debate sobre metano e pegada ecológica , continuam a ser, para mim, mais do que estatística. Há neles um magnetismo antigo - talvez o tamanho, mas o habitual da mensagem é sempre o rendimento. Não são apenas carne ou balanços de carbono. São presença, escala, respiração da paisag...